Atividade de revisão EM (2º e 3º anos)

Frade dominicano Bartolomé de Las Casas:

Jurista Juan Ginés Sepulvera:

Acima temos contato com dois textos. Ambos são contemporâneos e foram produzidos no século XVI no contexto da invasão do Novo Mundo propagada pelo homem branco europeu. Diante disso, produza um texto no qual o seguinte roteiro seja seguido: os dois pensadores falam do mesmo tema? São os mesmos paradigmas? Podemos afirmar que há um confronto entre as duas ideias? De que tipo? Quais as teses levantadas por ambos em síntese? Qual dos dois textos é um claro exemplo de ETNOCENTRISMO? Explique? Conclua seu breve texto com sua opinião científica a respeito desse clássico debate de nossa história…

PRAZO: 23 de setembro de 2012, até às 18 horas!

Bibliografia: textos coletados no livro APRENDER ANTROPOLOGIA de François LaPlantine

30 comentários em “Atividade de revisão EM (2º e 3º anos)”

  1. Podemos observar diante dessas duas obras que falam sobre os indígenas e a dominação dos mesmos um antagonismo, já que, no primeiro de ‘Bartolomé de Las Casas’ a ideia colocada no papel é de que aquele que se sente superior aos índios ou a qualquer coisa que se refere a eles seja respondido a altura, pois o modo de vida dos civilizados diante aos olhos de Bartolomé é pior e mais baixo (depravado) do que aqueles que foram dominados por nós. Ele enfatiza as guerras, as atitudes,as mudanças que colocam a ‘verdadeira sociedade’ na realidade vivida da época, porque, se observarmos bem,só é colocado o lado bom dos ‘honrados,inteligentes e virtuosos’ em textos etnocêntrico e universalistas.
    No segundo texto, a ideia formada por Juan Guinés é que as civilizações devem, de fato, declarar o direito natural sob aqueles ‘inferiores’ que não tem virtudes,ou seja, aqueles que a religião e o modo de pensar é adverso aos dos europeus. Evidentemente,o exemplo claro,limpo e transparente de etnocentrismo é a obra de Guinés, devido a ‘co-relação’ que é feita entre índios e animais, pois para o dito cujo ,é como se ambos não tivesses modos a altura de uma vida civilizada. Agora convenhamos,o ser humano não é um animal também? E os índios, de algum modo se mostraram superiores aos europeus? É nesse segundo ponto que Bartolomé se foca igualando, de certa forma, todas as sociedades.
    Embora todos tenham sido feitos e nascidos do mesmo jeito, a ignorância da civilização européia de superioridade tornou modos de vida que hoje,poderiam ser a solução para os problemas sociais ( educação,violência entre outros) em pequenas réplicas ou até espelhos da sociedade ‘perfeita’ do capitalismo,por exemplo. Será que ainda hoje poderíamos arrumar alguma solução? Ainda seria possível reverter essa situação? Foram anos – séculos – explorando,dominando e principalmente modificando culturas. Hoje,poderíamos ter outras religiões,outros idiomas,um outro modo de vida……

  2. No período das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos (séculos XV e XVI) conceitos como etnocentrismo e eurocentrismo tornaram a cultura europeia como a pioneira da história. Nesta fase, os europeus, principalmente portugueses e espanhóis, descobriram novas terras na África e Ásia e implantaram suas culturas (religião, língua, modos, costumes) entre os povos conquistados. Fizeram isso, pois acreditavam que suas culturas eram mais desenvolvidas do que a dos indígenas e africanos, dessa forma, a adoção do modo de vida do europeu como “homem civilizado” e “superior”, eram fatores necessários e urgentes. Logo, caberia a este último à função de civilizar o mundo.
    Analisando os textos de Bartolomé de Las Casas e Juan Ginés Sepulvera percebe-se que há um elemento comum, pois ambos trazem a questão do etnocentrismo como debate, mas há também uma evidente distinticão quanto ao modo como desenvolvem esse tema.
    O texto de Las Casas vem pautado em criticas quanto à tese etnocêntrica, revelando que tomar conhecimento do outro sem aceitar sua lógica de pensamento e de seus hábitos acaba por gerar uma visão preconceituosa, desencadeando intolerância e xenofobia. Contudo, o texto de Sepulvera vem defendendo o paradigma etnocêntrico e a intolerância quanto à cultura do outro, identificando-o como ser “primitivo e inferior”, dessa forma, trata-se de uma visão que torna a cultura do outro como algo menor e até mesmo sem valor, isto é, aponta a visão etnocêntrica como doutrina que desconsidera a lógica de funcionamento das demais culturas, limitando-se apenas a uma como referência.
    Diante de ambos os textos, conclui-se que o choque cultural é um fato, pois as culturas naturalmente possuem bases e estruturas diferentes, A grande questão não está apenas em evidenciar as diferenças, mas sim em aprender a lidar com elas. Dessa forma, a tolerância com relação à diferença é válida, mas seu limite não está claro, pois não dá para aceitar que culturas se sintam subordinadas a outras, até porque somos TODOS geneticamente iguais, e não há nada que comprove,razão lógica, para um querer predominar sobre o outro, ainda que se intitulem “seres superiores”.

  3. Ao longo dos séculos XV e XVI o contexto mundial ficou caracterizado pela época da expansão Europeia ao novo continente. Esse período foi registrado por diversos autores, dentre eles Bartolomé de Las Casas e Juan Ginés Sepulvera, através de documentos históricos que refletiam a constante presença de um caráter europeu, o etnocentrismo.
    A adoção de uma conduta etnocêntrica remete a discriminação de quaisquer características distintas a sua cultura, este conceito fica evidente durante o período da invasão do novo mundo. Devido ao choque dos hábitos culturais entre os nativos e os invasores há um pré-conceito formado pelo lado europeu de que a cultura dos chamados índios era inexistente, ou inferior a deles.
    A definição do etnocentrismo, e outros tipos de conceitos antropológicos como o eurocentrismo e a ideia de universalismo que se vinculam ao primeiro, foi por muitos defendidos em textos da época. O jurista Juan Ginés Sepulvera em seu texto defende essa ideia de superioridade imposta por meios inquestionáveis, no qual aquele que seria o superior deve permanecer como líder já que é uma forma justa e segundo o autor divina da qual as coisas sempre foram feitas, e o inferior deve se manter como servo pois não seria apto a realizar outra função, já que sua condição, de acordo com as palavras do autor, era bárbara.
    Uma ideia distinta, que confronta a empregada por Sepulvera sobre esse mesmo tema é abordada no texto de Bartolomé de Las Casas, o frade dominicano defende a existência de culturas complexas, antes ignoradas. A disparidade entre a cultura dos colonizadores e as culturas dos indígenas para Las Casas não significava ter de excluir uma a outra. Em seu texto Bartolomé afirma que ao contrário do que os etnocêntricos defendiam as culturas dos povos nativos eram iguais ou até mesmo superiores a de muitas nações chamadas de civilizadas.
    Atualmente estudos sócios científicos revelam que a complexidade de muitos grupos indígenas que foram extintos durante o período da invasão era tremenda, que elevaria o atual nível de conhecimento humano. Exemplos dessa extrema capacidade mental poderia ser dos povos Maias e Incas, nativos do centro da América que foram dizimados em razão e em benefício da civilização.
    Rachel R. Mello – 3˚M

  4. No contexto sobre o estado do Novo mundo, ocorreu um debate entre Bartolomé e Juan. Bartolomé defendia os índios, exigindo que eles fossem tratados com mais humanidade, pois a dúvida era se os índios tinham “almas”.
    Já Juan defendia que os índios eram escravos por natureza, ou seja “são por natureza servos”, quando ele cita essa lei divina, ele afirma que esses “preguiçosos” que não tem a inteligência e costumes pacíficos, porém a força física,sejam submetidos a esses mestres e educados para uma vida mais humana.
    Duas ideias opostas, porém com o mesmo sentido ( índios ), pois para Bart os índios não eram inferiores a nós e sim iguais, e Juan defendia a inferioridade dos índios contra os espanhóis. Portando no primeiro texto está evidente que não há diferença entre os povos, os índios são diferentes dos demais, mas essa diferença os tornam valiosos, eles não podem ser julgados pela raça, cor , costumes ,tradição , cultura , pois somos iguais porém diferente naquilo que fazemos, por isso Bartolomé os defendia, ele via sim que os índios tinham alma , como ele também por ser diferente deles tinha alma. Porém no segundo texto, há etnocentrismo pelo fato de Juan afirmar que os índios eram selvagens,servos,preguiçosos etc, por natureza ou seja ele via os índios diferente dos outros,seja lá pela maneira deles se vestir, seus costumes, sua cor enfim via eles incapaz de ser como os seres superiores, só por não terem conhecimento e sim apenas a força física tornando-os selvagens.
    Não existe certo ou errado,bem e mal, cada um é diferente e temos visões diferentes, o que pode ser bom pra mim , pode não ser bom para outro, por isso a defesa de Bartolomé é mais clara, pois quase todas nações do mundo foram muito mais irracionais que muitos nativos, então não é porque é índio que não é humano , todos somos humanos e índio é negro mais tem alma e coração e principalmente capacidade moral, até mais que os senhores!

  5. Analisando os dois textos, com base no que já estudamos sobre as grandes navegações e as “descobertas dos Novos Mundos”, podemos concluir que havia diferentes visões sobre os povos que habitavam essas novas terras. Bartolomé de Las Casas e Ginés Sepulvera apresentam seus relatos sobre os índios, mas seus conceitos se mostram de maneira muito distinta, havendo um choque ideológico.
    Las Casas observa-os como diferentes em relação às civilizações em que ele vive, e expõe claramente sua opinião, de que eram, muitas vezes, iguais ou melhores do que a Europeia, devido à organização das tribos, seus costumes e sua ordem política. Concorda, também, que o bárbaro poderia sim ser o homem branco, que trazia nações irracionais e depravadas.
    Além disso, Las Casas não os deprecia como faz Sepulvera. Este, de cara, coloca cada um no seu lugar, alegando que o branco europeu civilizado, com o poder da razão, deve ser colocado como o senhor, e que todos os outros serão servos. É visível o Etnocentrismo em que se baseia o trecho de Sepulvera, onde ele simplesmente vê o índio como um animal, desumanizado, sem o poder de raciocínio e sem as virtudes que o homem civilizado, no caso o europeu, tem. Por isso, de acordo com o autor, esses povos devem ser submetidos ao império e ao comando de povos superiores.
    Assim, as concepções que se tinha dos índios no século XVI eram, em sua maioria, como a de Sepulvera, eurocêntricas e desvalorizadas, tratando-os como bárbaros sem alma e sem cultura. Poucas, como a de Las Casas, nos mostravam um estudo mais profundo de seus costumes, que eram vastos e complexos, e seus impérios não eram tão diferentes dos que a Europa viveu.

  6. Tábatha Fernandes de Mello. nº13 3º Médio

    Diante da descoberta do “Novo Mundo” os europeus trabalhavam argumentos para se apropriarem das terras e dos povos que nelas habitavam,para os mais favorecidos com o momento, levando em consideração a exploração da terra e extração de bens ,era claro que tinham hipóteses favoráveis e justificáveis suficientemente para usarem isso ao seu próprio benefício,com base nos textos de apoio existiam contradições de pensamentos,mas o que foi concretizado foi o mais ignorante e o mas cruel possível que levou o extermínio de milhares de povos indígenas e a perca e danos na fauna e flora da America,já o mais sensato que deixava óbvio que os povos indígenas eram mais evoluídos e relevantes em diferentes aspectos foi ignorado e deixado de lado e mais uma vez o pensamento hipócrita e ambicioso do ser humano “europeu” prevaleceu e após todos esses danos hoje é admitido e reconhecido o mal feito para os países Americanos.
    O etnocentrismo estabelecido pela raça ariana foi vigorante e potente acabando com a cultura indígena, que hoje temos como base os idiomas falados nos EUA que é o inglês no Brasil o português e nos países da America latina e central que é o espanhol,e também fica claro e evidente no segundo texto com base nos argumentos utilizados pelo arcaico autor .
    Após os anos de exploração e reivindicações em prol da liberdade , as mesma terras exploradas pelo europeus hoje tem país de primeiro mundo , país que é o berço do progresso e sediará a copa de 2014 recebendo os descendentes dos ancestrais europeus .

  7. Os dois pensadores se referem ao mesmo tema,porém,as ideias são contrárias.
    Las Casas tinha uma certa admiração pelo povo indígena. “Esses povos igualavam ou até superavam muitas nações”. Podemos notar que ele não acha que os índios são inferiores,e revela que os europeus foram piores.
    Sepulvera se mostra completamente superior aos índios. Diz que os europeus são homens honrados,inteligentes,virtuosos e HUMANOS,enquanto os índios são preguiçosos e tem espírito lento. Com essa afirmação,entendemos que ele compara os índios a animais e que os europeus sim são humanos.
    Las Casas defende a igualdade e Sepulvera fala da inferioridade indígena e que é justo e útil que eles sejam servos.O segundo texto é um exemplo claro de etnocentrismo,pois o pensador fala a todo momento que a cultura do europeu é a melhor. “ E será sempre justo e conforme o direito natural que essas pessoas estejam submetidas ao império de príncipes e de nações mais cultas e humanas .. “
    Acredito que como o primeiro pensador era um frade,é natural que ele fale de igualdade e não critique os índios,seguindo os mandamentos cristãos (como amar o próximo).

  8. Quando o homem branco chega ao novo mundo que era o Brasil, logo se deparam com os índios. Ao analisar os índios, os Europeus os chamam de “bons selvagens”, por receberem bem os Europeus em sua terra. Assim os Europeus querem ajudar os índios a serem civilizados, mas aonde os índios viviam já havia cultura, língua, leis, políticas e também os índios já tinham suas tribos separadas por região, dando a ideia de sociedade.
    Nos textos mostram alguns aspectos diferentes, como no primeiro mostra que o homem brando europeu diz que os índios são iguais a todos, sem diferença de cor, raça, cultura ou ate mesmo político, todos nós somos uma civilização. No segundo texto fala que aquele que nasceu para viver como servo, tem que permanecer e aquele que nasceu para ser burguês ou príncipe tem que permanecer assim, e com isso acaba acontecendo um confronto entre as idéias desses pensadores, um debate onde cade um defende o seu ponto de vista,e de pensar. Podemos levantar uma tese onde um pensador diz que todos somos iguais e já o outro mostra a diferença e a desigualdade.
    Entre esses textos um exemplo de etnocentrismo é o texto do primeiro pensador, onde ele diz que todos somos iguais, todos tem que saber respeitar as leis e cumprir ordem e saber viver bem e civilizados. Assim para concluir, os textos levantam uma questão que são mentalidades diferentes cuja a ideia é a mesma, a civilização.

  9. Ao analisar os textos no contexto da invasão do mundo, os dois pensadores falam sobre o mesmo tema, o choque cultural do Novo Mundo. Posturas e Pensamentos diante da chegada do Europeu no território Brasileiro.
    Há um confronto de ideias onde foi posto em prática pelo colonizador o etnocentrismo. A cultura do ”homem branco” prevalece, é soberana, eles são civilizados.
    O primeiro pensador relata o índio como um povo superior as outras nações, por terem sido durante a história, racionais e prudentes. Já no segundo texto, é dito que apesar do Europeu não ter a força física, se comparando com o índio, são senhores e aprimorados.
    O índio é submetido, por natureza e lei divina, servos. Assim mostra-se o Europeu, superior a esse povo pondo em prática o etnocentrismo.
    A nossa identidade cultural foi uma integração dos hábitos e costumes desses dois povos mas, é fato que a cultura Europeia se enraizou com maior força em nossa sociedade. Diversos conceitos se empregaram e estão aí até os dias de hoje, nos mantendo com um mínimo contato, a cultura indígena.

  10. Ambos os textos apontam diferentes visões sobre a cultura indígena . a discussão imposta nesses textos apresenta um paradigma evidente . No Frade Dominicano a visão que o escritor expõem sobre o assunto é da valorização das culturas dos índios, inclusive ele compara as praticas que tribos usavam com as do Império Romano, esse extremamente elogiado por sua história , o autor vai além ao dizer que certas praticas indígenas chegavam até mesmo a superar grandes governos da nossa história . Já o segundo texto contrapõem totalmente essa ideia , apresentando uma visão etnocentrista sobre o tema, o autor usa o termo bárbaro ao definir os costumes dos índios , e faz questão de sanar que esses índios são inferiores a sua cultura , dizendo que os mesmo nasceram para serem servos , e nada mais que isso, a critica aos costumes indígenas esta evidente durante o texto todo, onde ele diz que a subordinação que os índios sofrem é justa e comprovada . Os textos deixam claro uma discussão de ideias marcada por uma contraposição clara , duas visões totalmente opostas discutem entre elas os costumes e valorização da cultura dos índios . ambos usam exemplos históricos para defender seu ponto de vista e deixar claro sua visão sobre essa discussão histórica.

  11. Ambos textos falam sobre sociedades de suas organizações, e de seus povos, no primeiro vemos o relato do Frade com sua opinião aos índios, ele mostra ao povo que os índios podem ou são superiores que as próprias nações que os dominaram, e no segundo já se diz contra os índios pois fala da nação “branca” como superior pois tem suas virtudes, suas relações, que os levam a ser superior aos índios por isso os índios mereceram ser dominados, e que se eles recusarem essa forma de governo imposta pelo homem branco, será imposta de qualquer jeito por meio de armas, basicamente ambos textos estão relacionados, porém o Frade fala de como os índios são bons, não são bárbaros como pensa os “brancos” e no segundo mostra a visão etnocêntrica de que o “povo dele (a)” é superior ao resto dos povos, mostrando que só pelo fato de que os índios não tem virtudes semelhantes, não tem os meios inteligentes, não possuem vidas e modos de vidas semelhantes, são inferiores aos europeus e etc.
    E após todo esse pensamento etnocentrico, e todo o pensamento do Frade sobre os índios, da pra se ver que a sociedade simples, foi-se pela “inteligencia devastadora” massacrada, milhares de pessoas mortas, e junto com essas pessoas foi-se junto milhares de histórias, segredos, e costumes históricos, raças perdidas sem saber seus modos de vida, só pela diferença etnica, e sua burrice.

  12. Esses dois textos apesar de serem produzidos na mesmo século tem pensamentos diferentes e idéias diferentes,apesar deles tratarem no mesmo assunto nos textos,eles falam sobre assuntos diferentes com diferentes ponto de vista.
    O texto do Frade Dominicano Bartolomé de Las Casas se confronta com o texto Jurista Juan Ginés Sepulvera eles tem ideias divergentes,o frade Dominicano Bartolomé defende europeu,quees são melhores que o homem branco europeus,que eles não são piores que os brancos europeus,e sim que se igualam ou são superiores aqueles que discriminam eles,já o texto de Jurista Juan Ginés Sepulvera que discriminam os Índios os Barbaros,fala que eles são inferiores ao homem branco europeu,que eles tem que ser servos,e não tem os mesmos direitos que os homens brancos e europeus.
    No texto de Jurista Juan Ginés Sepulvera ele mostra nítido o etnocentrismo o homem branco com o centro do poder o centro de tudo que ele é melhor que todos os que não são brancos são inferiores a eles,já o texto do Frade Dominicano Bartolomé de Las Casas que defende todos e azha que todos são iguais ,e tem o mesmo direito,ele não fala cometnocentrismo ele fala que todos são iguais ou superiores ao homem branco europeu.

  13. Mesmo ambos textos citando o mesmo tema, eles abordam de formas diferentes. Começando pelo primeiro, entende-se que a questão indígena era uma questão central para o presente e para o futuro da América Latina. Vê os índios como homens iguais aos outros, não sendo incapazes, mas criaturas racionais, boas, frágeis e indefesas. Defendendo-os, através da conquista da liberdade e dignidade que lhes eram de direito.
    Já Sepúlveda questiona que os índios eram seres inferiores, de costumes bárbaros e inumanos, logo correspondendo a um homem ‘escravo por natureza’, assim, deviam se submeter ao povo espanhol, de costumes mais civilizados e cristãos, portanto, seres superiores, pois seria o domínio da perfeição sobre a imperfeição, e caso os índios recusassem tal domínio, seria justo declarar guerra contra eles, para força-los a se submeterem. Sendo então um texto Etnocêntrico, ao contrário do anterior, dando um confronto sobre o mesmo assunto, porém, vista de dois lados totalmente diferentes.

  14. Natalia Nakamura – 2° EM

    Ambos os textos apresentados dissertam sobre um mesmo assunto. A visão que os autores têm em relação aos novos povos e nações que foram encontrados, porém mesmo falando sobre a mesma coisa, os dois apresentam opiniões diferentes.
    O primeiro texto diz que os indígenas encontrados não são inferiores a nenhum outro povo europeu e na maioria das vezes, até os superava em quesitos como política e costumes, algo que não ocorre no segundo texto, que por sua vez é totalmente etnocêntrico, pois alega que os colonizadores tem todo o direito de explorarem a terra dos nativos e imporem sua cultura, já que esses povos são inferiores e bárbaros e precisam se tornar civilizados com a ajuda dos europeus.
    Em relação a essas duas ideias apresentadas que se contrapõem a primeira mostra algo que deveria ter sido levado em conta antes dos colonizadores terem explorado e massacrado todos aqueles indígenas, mas como o eurocentrismo e etnocentrismo eram uma realidade na época a segunda visão se tornou um fato.

  15. É clara a ideia de Etnocentrismo no texto de Jurista J. , o homem mesmo sendo fraco fisicamente, com o poder nas mãos se torna o senhor,o dono te tudo e superior aos outros, discriminando o outro por seus hábitos diferenciados e caráter social , julgando-se assim,melhor. Essas pessoas ” diferentes” são submetidas a viver da maneira em que o império impor. Uma questão de sobrevivência.
    O texto de Las Casas complementa oque foi dito por Jurista J. , por um outro ponto de vista. Os europeus ao dominarem essas terras, julgaram os índios, deixando de levar em conta características de seus costumes, que poderiam , e era melhores que as deles (brancos europeus).
    Não diria que ambos estejam se confrontando diretamente, eles apresentam uma mesma ideia, porem de maneira diferente.
    Responsável por vários conflitos sociais, o Etnocentrismo não passa de um conceito preconceituoso, incapaz de pensar a respeito da diferença entre os povos e ver o mundo com outros olhos.

  16. As dois trechos falam do mesmo assunto, uma visão eurocentrica do povo daquele tempo.
    Onde chegaram aqui e não viram os índios como um igual e sim como um diferente e não respeitando sua cultura,costume,e religião
    Imporam a sua mentalidade em cima das índigenas(fênomeno de modernidade) por se acharem melhor que eles pois segundoo eles ,os índios considerados ‘selvagem’,essa conclusão deles deu-se por sua arrogância,sua mente fechada e etc..
    Portanto os índios tentavam contra eles,porém não podiam lutar contra as armas de fogo,sendo assim ficaram de cabeça abaixada,

    vendo diante do seus olhos seus costumes sua origem, sendo dizimada,e uma nova sendo posta na força pelos aqueles que achavam a ser superiores, a qual quer raça,etnia,cor

  17. Henrique M, Zaccarias nº6 2º ano

    Os índios, apesar dos seus costumes, eram mais organizadas, mais do que os próprios Ingleses, franceses e espanhóis a respeito da política porque eles tinham aldeias, vilas , cidades e reis para manter a ordem das sociedades.
    Não podemos julgar os índios, pois a cultura era bem diferente das outras, e pelo jeito as leis eram bem mais respeitadas por eles, também não existia tanta matança, na verdade eles matavam para comer e para se defenderem.
    Não adianta tentar resolver as coisas na força bruta, é melhor usar a razão, ser sensato. Quem usa a razão vai ser sempre superior aos preguiçosos ou espíritos lentos que sempre serão subordinados.
    Infelizmente muitas pessoas não têm objetivo de vida e se deixam levar por pessoas controladoras. Mas em toda cultura haverá um chefe de nação, um presidente, uma rainha… assim como também nas empresas existe a necessidade de um chefe para vários subordinados.

  18. Os dois textos mostrão a invasão do homem europeu, podemos ver que no texto mostra as virtudes do ser humano onde mostra que tem diferenças entre os tipo de virtudes onde o segundo texto mostra que se a invasãp do imperio nao seja aceita passificamente pode-se usar a força bruto onde mostra que os que tem mais preguisa nao podem ser grandes e sim servos onde quem tem inteligencia e pouca força fisica pode ser o senhor dando a ideia que nao presisa ser forte fisicamente para seu um senhor onde para que isso aconteça é so ter inteligencia e ter as virtudes de um rei.
    O prmeiro texto mostra mostra que os indios tem um sitema de vida que parce cer melhor que o nosso e mostra que isso pode superar até as grande naçoes como a inglaterra e no segundo texto mostra o etnocentrismo que define como as pessoas devem ser e isso no prmeiro texto não aparce por causa que o indio ele nao destro a anatureza e nao que ser melhor que ninguem onde tem seu deuses que quando eles presisão de um refujo espiritual tem em sua frente eles não tentão ser a imagen de seu deuses na terra.
    Os dois textos mostra que no primeiro nao se usa a fiorça fisica e no segundo ja mostra se nao for aceito sem ter que usar a força fisica eles usarão a força para que conseguir o que eles quern.

  19. Os dois autores falam sobre o mesmo tema, a invasão do novo mundo aonde os europeus tem contato com o povo indigena. Porém os autores tem opiniões contraditórias.
    O primeiro autor Bartolomé de las Casas deixa bem claro a sua defesa aos índios, mostrando que eles são iguais a nós e que são capazes, tendo os mesmo direitos, tendo também uma ordem política, aldeias, casas, podendo até ser melhores que a nossa, pois exercem virtudes e morais e que os indios não são barbáros.
    Já no texto do Juan Ginés mostra o etnocentrismo em prática pois fala que os índios pela lei da natureza são servos mesmo tendo forças físicas para cumprir todas as tarefas necessárias, por natureza eles são servos. Ele honra o homem falando de sua inteligência e da sua virtude dominando aqueles que não tem virtude que no caso é o índio.
    Particulamente eu defendo o texto do autor Bartolomé de las Casas pois acredito que todos os homens tem direito de ser igual, independente de sua religião, raça ou classe social. Acho também que o etnocentrismo é um conceito errado pois não é legal uma passoa olhar só para o seu umbigo.

  20. De acordo com os textos apresentados, temos duas visões sobre a cultura indígena. No primeiro podemos ver que o autor trata ela como boa, já o outro texto, apresenta um diferente ponto de vista que é a inferioridade racial.
    Eles são completamente contrários. Bartolomé mostra que aceita os índios como um seres civilizados e é até melhor que outras nações como a Espanha, a Inglaterra e a França. Ele faz uma comparação e põe os que se dizem superiores como os piores humanos existentes.
    Já Jurista Juan Ginés é totalmente contrário. Ele trata os índios como povos inferiores, seres irracionais. Mesmo tendo um bom porte físico, ele só serve para prestar serviços aos “civilizados”. Totalmente etnocêntrico, Jurista ainda diz que em caso de combate e guerra, os índios estariam totalmente perdidos por sua falta de armamento, ou seja, eles perderiam feio.
    Concluindo, esse preconceito permanece até hoje. Indígenas ainda são tratados como inferiores, o que é errado porque eles também são pessoas como nós e devem ser tratados com respeito e igualdade.

  21. No mundo antigo , o etnocentrismo aconteceu varias vezes e muitas delas nos países que foram “invadidos/colonizados”. O branco europeu se achava superior aos outros e não consideravam nem a cultura do índio, por exemplo , ele achava sua cultura superior e moderna e tinha com sigo mesmo uma obrigação de espalhar essa cultura pelo mundo. Com isso eles alem de invadirem as terras sem respeitar ninguém , ainda passavam por cima da cultura dos habitantes e não se interessavam em saber se eles queriam isso ou não.
    O primeiro texto mostra uma visão mais defensora dos índios , diz que eles eram civilizados e mesmo assim chamados de barbaros. Fala sobre o tipo de cultura que eles tinham e sobre o bom governo desses povos.
    Já no segundo , fala sobre os brancos que faziam dos outros que “não tinham” cultura ou bons hábitos deveriam por ordem divina serem servos . E se não respeitarem eles usariam até mesmo de armas para se imporem e oprimirem os mais fracos.
    Todo ser humano é igual e todos tem o direito de terem sua cultura e seus hábitos , porem no mundo os mais fortes e que usufruem de uma tecnologia mais avançada tem o maior poder , e assim podem se impor sobre os povos mais arcaicos.

  22. Ao chegarem ao “ Novo mundo” os Europeus tiveram uma visão Universalista e Etnocentrista a respeito da cultura indígena, os autores dos textos falam sobre essa visão de diferentes modos.
    No primeiro, o autor critica qualquer forma de discriminação ou etnocentrismo, dizendo que os índios não são bárbaros como foram chamados; acrescentando que esses povos se igualavam ou até superavam muitas nações.
    O segundo autor mostra uma visão Etnocêntrica a respeito da cultura desses povos, que são chamados de bárbaros, exalta os costumes civis chamando- os de pacíficos e diz ainda que existe a lei divina onde essas pessoas deveriam estar sujeitas ao império de nações mais cultas e humanas, afirmando que só assim eles abandonariam a barbárie e levariam uma vida mais humana.
    O segundo texto mostra a visão mais deturpada do que são as diferentes culturas de cada tribo indígena, como o primeiro texto fala os índios eram muito complexos, cada tribo com sua tradição e forma de governo, que muitas vezes superavam muitos outros governos que se diziam civilizados.

  23. Antigamente era frequente acontecer esse tal de etnocentrismo, muitas vezes este acontecimento ocorreu quando tinha uma invasão ou então em colonias, geralmente quem praticava isto eram as potências mundiais da época como por exemplo, o “descobrimento” do Brasil, onde os portugueses não se preocuparam em saber da cultura indígena, já impuseram a sua cultura sobre a deles e se elevando como homem civilizado.
    No primeiro texto de Bartolomé de Las Casas, é apresentado o etnocentrismo, onde existe uma defesa aos índios, dizendo que a ordem social e politica é melhor do que muitos países, como por exemplo, França e Inglaterra, neste texto diz que o índio é superior á muitos outros países.
    No segundo texto apresenta um claro exemplo de etnocentrismo, mas este etnocentrismo se opõem ao do primeiro texto pois ele mostra superiodade do branco sobre os indios, pois diz que os indios sao menos desenvolvidos que o branco europeu, diz que os que possuem prudencia e razao superam os que tem espirito lento e sao preguiçosos, tambem diz que o indio é servo por natureza, ou seja tem de ser escravo.
    Os seres humanos nao se diferenciam pela cor da pele, isto é apenas uma cor, nao é a cor que irá dizer quem é mais forte, quem é mais inteligente, e sim as atitudes tomadas ao longo do tempo.

  24. Ambos textos falam sobre o etnocentrismo,que nada mais é que impor sua cultura sobre a outra,é quando o indivíduo discrimina o outro, se julga melhor,superior seja por suas condições sociais,vestes,costumes,dentre outros fatores.Observando o primeiro texto temos uma visão de defesa aos índios,quando dito que eles superavam muitas nações e também quando elogiam sua ordem política , relacionando-os com grandes impérios como o grego e romano.Já no segundo texto a visão que temos é de superioridade dos brancos,que para impor sua cultura aos que para eles eram ignorantes,não possuíam conhecimento algum,não havia limites,eram radicais,utilizavam de armas e violência para conseguir o que queriam e para eles não havia arrependimento,pois apenas suas opiniões eram validas.Aqueles que não são virtuosos.homens honrados,inteligentes possuem o direito natural de serem dominados por aqueles que os superam em todos os sentidos, essa é uma visão puramente etnocêntrica.Somos todos iguais,não nos diferenciamos por características físicas, respeitar é uma virtude fundamental para toda civilização.

  25. Os dois textos falam do mesmo tema que é o “novo mundo ” . As idéias porém são diferentes ou opostas . O texto de Bartolomé de Las Casas deixa claro a defesa do índio , na qual ele defende a idéia que os índios são capazes e tem os mesmo direitos que o homem . Porem em sua forma de governa “índios” são melhores que a nossas eles exercem as virtudes morais , aonde Bartolomé confirma ” Nós mesmos fomos piores , no tempo de nossa Espanha, pela barbárie de nosso modo de vida e pela depravação de nossos costumes ”
    Já o texto de Juan Ginés Sepulvera mostra em prática o etnocentrismo , na qual o homem olha só para o seu própio umbigo , na qual ele diz o” índio pela natureza é servo ” , pois ele não vê o direito dos outros , e acha que os homens são melhores que os índios , diz Juan ” homens honrados, inteligentes , virtuosos e humanos dominem aqueles que não têm essas virtudes “.
    Bom minha opnião , aonde estarei defendendo é o texto de Bartolomé de Las Casas na qual todos são iguais e tem todos os mesmos direitos .

  26. Analisando os dois textos acima, conclui-se que ambos falam do mesmo tema porém com visões diferenciadas. Há um confronto de ideias pois o primeiro texto do Frade dominicano Bartolomé de Las Casas reconhece a superioridade do povo indígena em relação à sua nação, enquanto que o texto do Jurista Juan Ginés Sepulvera considera que os índios devem ser domesticados pois são preguiçosos e lentos e precisam de um senhor, tornando-os assim, inferiores.
    O texto do Jurista Juan Ginés Sepulvera tem uma visão etnocentrista, pois ele não enxerga a cultura dos índios e quer impor a sua.

  27. Os dois textos tratam do mesmo assunto que é: os povos não “civilizados”.Porem mesmo tratando do mesmo assunto,os dois textos não falam exatamente da mesma coisa.O primeiro texto mostra os índios como um povo muitas vezes superior a grandes nações.Porem o segundo texto acaba sendo totalmente etnocêntrico,e logo no começo do texto já dar para se notar pois ele fala que quem nasce “inferior”aos outros não tem outra escolha a não ser servir ao superior,e em todo o texto o altor vangloria sua classe,dizendo coisas como serem mais inteligentes,virtuosos e até mesmo mais humano .Mesmo os dois textos falando sobre o mesmo assunto,fica clara a diferença nas ideias dos dois,pois quando um vê todos igualmente,o outro se sente totalmente superior ao outro.
    Isso mostra quem nem todo mundo na mesma época pensava igual,porem um texto da uma ideia de igualdade enquanto o outro da uma ideia de superioridade,e como desde sempre as pessoas preferem ser superiores ,acaba prevalecendo pelo menos nessa época a ideia de superioridade.

  28. UM CERTA NAÇÃO A TEMPOS VEM SIDO JULGADA DE DIFERENTES VISÕES NO MUNDO CONTEMPORÂNEO , E ISSO SE PERPETUA JÁ A MUITO TEMPO :O ÍNDIO.
    A TEMPOS O ÍNDIO VEM SIDO VISTO DE DIFERENTES FORMAS. HÁ AQUELES QUE DIGAM QUE ELES DEVERIAM SIM TER SIDO ESCRAVIZADOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS , OUTROS NO ENTANTO DIZEM QUE NÃO JÁ QUE OS MESMOS FORAM OS PRIMEIROS A HABITAR O PAÍS ELES ENTÃO MERECIAM NO MÍNIMO RESPEITO.
    NOS TEXTOS A CIMA VEMOS EXPLICITAMENTE ESSAS DUAS VISÕES SE CONFRONTANDO. O PRIMEIRO TEXTO MOSTRANDO AS PECULIARIDADES DOS ÍNDIOS E O SEGUNDO DIZENDO QUE ELES ERAM TÃO INFERIORES QUE DEVERIAM MESMOS SEREM TRATADOS COMO ‘LIXO’ MOSTRANDO ENTÃO UMA VISÃO ETNOCENTRISTA E UNIVERSALISTA DA QUESTÃO , OQUE NÃO ESTA CERTO , É AI ENTÃO QUE O TEXTO UM COMPLEMENTA O SEGUNDO TEXTO.
    OS ÍNDIOS ATÉ HOJE NOS MOSTRAM QUE NÃO SÃO QUALQUER COISA, PROVAM ISSO COM SUA CULTURA AVANÇADA , COM SEU SISTEMA DE PROPRIEDADE QUE NÃO É PRIVADA MAS SIM DE TODOS E MESMO DESSA FORMA NÃO VEMOS DESAVENÇAS E PROBLEMAS ENTRE ELES , SENDO ASSIM LIDERADOS POR UM CHEFE RESPEITADO.
    AO PONTO DE VISTA SOCIAL E CULTURAL , ATÉ HOJE OS ÍNDIOS DÃO UM SHOW EM CIMA DA ‘SOCIEDADE CULTA ‘.
    ISSO MOSTRA QUE NEM HOJE E NEM NUNCA DEVE-SE RIDICULARIZAR UM ÍNDIO E SEUS ASPECTOS.

  29. Mais uma vez as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se novamente e se desencadeiam sobre mim.
    Não me acusam , insultam ; não me combatem , caluniam-me ; não me dão o direito de defesa . Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação para , para que eu continue a defender como sempre defendi o povo e principalmente os humildes .Sigo o destino que me é imposto.Depois de decênios de esfoliações de grupos econômico-financeiros internacionais , fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei um regime de liberdade social . Tive que renunciar . Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalhador . A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso . Contra a justiça da revisão do salário mí
    nimo se desencadearam os ódios . Quis criar a liberdade na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e mal começa esta a funcionar a onda de agitação se avoluma . A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero . Não querem que o povo seja independente. Assumi o governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho . Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até quinhentos por cento ao ano . Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de cem milhões de dólares por ano. Veio a crise do café , valorizou-se o nosso principal produto . Tentamos defender o seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia a ponto de sermos obrigados a ceder.
    Tenho lutado mês a mês, dia a dia , hora a hora , resistindo a uma agressão constante , incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo, renunciando a mim mesmo para defender o povo que agora se queda desamparado . Nada mais posso dar a não ser o meu sangue . Se as aves de rapina querem o sangue de alguém , querem continuar sugar o povo brasileiro , eu ofereço em holocausto a minha vida . Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quamdo a fome bater à vossa porta , sentireis em vosso peito a energia para a luta , por vós e por vossos filhos . Quando vos vilipendiarem , sentireis no meu pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu sangue será a vossa bandeira de luta . Cada gota do meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência . Ao ódio respondo com o meu perdão. Aos que pensam que me derrotam , respondo com a minha vitória . Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna . Mas esse povo de quem fui escravo , não será mais escravo de ninguém . Meu sacrifício ficará para sempre em sua alme e meu sangue será o preço de seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo . Tenho lutado de peito aberto . O ódio , as infâmias , a calúnia , não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida . Agora ofereço a minha morte . Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da Eternidade e saio da vida para entrar na história .

  30. A partir da análise dos trechos de Las Casas e Sepulvera nos fica evidente o choque de paradigmas de ambos em relação ao modo de pensar e agir da sociedade europeia sobre a cultura indígena.
    Em busca de novas riquezas e especiarias que engrandecessem seus valores, a Europa – propiciada pelas grandes navegações- acabou por invadir um território apelidado por eles como Novo Mundo que por sua vez já era habitado pelos indígenas.
    Assim como relatado no texto de Sepulvera os europeus foram incapazes de compreender e conhecer o outro, e por se acharem civilizados, logo, superiores sentiram a necessidade de impor sobre os índios a sua cultura (catequizando-os por exemplo) o que atualmente conhecemos como etnocentrismo.
    As consequências da prática do eurocentrismo no Novo Mundo, dão-se explicitamente no texto de Las Casas que ao contrário do segundo autor defende os índios e se mostra contra a maneira como o egocentrismo europeu influenciou em um povo que para seu próprio invasor se mostrou extremamente generoso e desprendido.
    Por fim, apesar de ambos os textos tratarem do mesmo tema, etnocentrismo, fica claro que eles se contrapõem em relação a maneira que este foi imposto sobre os indígenas.

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