DIRETO DO SOFÁ #9

Ohhh, derrotinha doída. Tenho acordado nas últimas semanas por volta das cinco da manhã. Estou terminando um trabalho e como as aulas voltaram preciso arrumar um jeito de acabar fazendo tudo ao mesmo tempo. O bom de madrugar nesses dias é que,  enquanto escrevo, fico ouvindo as coisas que acontecem nos Jogos Olímpicos até dar a minha hora de ir pra escola. Isso por volta das 7h30. Hoje, porém, acordei cedão novamente, mas às seis em ponto parei tudo e fiquei na frente da tv. Quartas-de-final do handebol feminino, Brasil e Noruega. Eu sabia que o as meninas brasileiras não venceriam as atuais campeãs olímpicas e mundiais. Mas sei lá, não custava ver, torcer, quem sabe…  Para minha surpresa, e que adorável surpresa, o time verde e amarelo esteve na frente das rivais por exatos 51 minutos. Deu show na marcação, no ataque. Chegou até a abrir seis gols de diferença. Aí, não sei o que houve, e quando o minuto 60 anotava o fim do jogo, no placar Noruega vencia o Brasil por 21 a 19. Triste de verdade, faltou cabeça, sangue frio, tudo aquilo que cansamos de falar sobre os atletas brasileiros…

Como disse o Thiago Pereira hoje numa coletiva no Corinthians, na qual mostrou a sua medalha de prata, “o atleta brasileiro passa quatro anos treinando para se classificar para uma Olimpíada. Está na hora de começarmos a passar quatro anos treinando para ganhar uma Olimpíada”… Sábias palavras… Coisa que as ex-amarelonas do vôlei feminino aprenderam, pelo menos por hoje. Não vi o jogo, mas parece que foi algo sensacional, uma virada de tirar o fôlego contra as atuais bicampeãs mundiais. Vem ouro aí???

Falando em medalha. Nesses dois dias, o Brasil garantiu mais quatro medalhas. Poderão ser de ouro, prata ou bronze (no caso do boxe, que tem dois semifinalistas). O futebol masculino e vôlei de praia, também masculino, estão nas finais.

Maurren Maggi deu vexame…

Juliana e Larisssa perderam um jogo ganho e partem apenas para o bronze

Amanhã dois clássicos contra a Argentina. Aposto no vôlei masculino e com dor no coração acho que o Brasil não bate os rivais no basquete, mas espero estar enganado…

E que sensacional esse moleque da ginástica Arthur Zanetti. Sem tremer, sem ligar para rivais de peso, foi lá e detonou nas argolas… Primeira medalha de nossa história na ginástica e foi de ouro…

Últimos dias de Jogos e já dá um apertinho no peito de saudade…

CAPA DO DIA

 

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