DIRETO DO SOFÁ #1

O diário olímpico de quem queria estar em Londres, mas não está!

 

Um lugar que eu gostaria de estar agora? Óbvio! Como fotógrafo, jornalista, contador de histórias ou sei lá o quê, só há um local no planeta em que desejaria estar: LONDRES!!!!!! Nos tempos de revistas, cobri um Mundial de Natação, lá no Japão, e foi uma experiência única. Corre pra lá, pra cá. Entrevista um, fotografa outro. Cara, adrenalina total. Imagina uma olimpíada então. Mas como “querer não é poder”, cá estou morrendo de inveja dos coleguinhas, vendo tudo pela TV. Não sei se alguém vai ler ou se interessar, porém, vou tentar fazer um diário dos Jogos Olímpicos. Isso, sim, um diário, daqui do meu sofá, entre uma aula e outra na escola, entre um capítulo e outro do livro do Santos, vou cair de cabeça nas transmissões do SPORTV e da ESPN (ao menos isso e viva o capitalismo – estou sendo irônico!) e depois passar para o papel sensações, desejos, alegrias e tristezas de um torcedor comum. Sei que não tenho disciplina alguma pra fazer isso. Quem sabe, sai algo… Não sei…

A primeira página desse diário vai pra uma listinha básica das pretensões brasileiras em Londres. Antes, deixemos claro algumas coisas, sem hipocrisia Não há projeto olímpico no Brasil. Nunca houve e, do jeito que anda o mundo, nunca haverá. Esse país, sexta economia do mundo, tem exceções esportivas e nada mais, basta lembrarmos de Gustavo Kuerten e o que restou do tênis nacional depois de sua aposentadoria. Dito isso, não se pode acreditar que uma sacola cheia de medalhas signifique que o país do Carnaval agora tem uma política esportiva. Mentira. Os bancos que agora aparecem fazendo propagandas bonitinhas, por exemplo, só surgem com seus patrocínios na hora da Olimpíada. Enfim, os interesses são outros e quase nunca beneficiam quem de fato merece…

Dito isso e o que também não foi, a deleção brasileira, que é menor – não muito – do que a de Pequim 2008, deve faturar cerca de 12, 15, 20 medalhas. Se as previsões otimistas forem confirmadas, será a melhor participação tupiniquim no evento. O futebol brasileiro, tanto no masculino quanto no feminino, deve trazer medalhas. Conta aí, duas. O vôlei de quadra e praia, masculino e feminino, podem faturar quatro medalhas. O judô com equipes completas é cotado para cinco medalhas. Zebras são bem-vindas, então marque mais uma aí. A vela, maior ganhadora de medalhas do país (se é que eu fiz a minha pesquisa direito), deve levar pelo menos três medalhas. O Hipismo leva uma. O Atletismo, duas (Fabiana Murera e oxi esqueci o nome da saltadora que ganhou em Pequim). A Natação tem o Cielo, França e Fratus. Quatro medalhinhas no mínimo. Diego Hypolito, se não amarelar como na China, leva uma no solo. Fabiana Beltrame no Remo é aposta boa. Tá aí, senão esqueci ninguém, mais ou menos 20 medalhas. O Brasil pode surpreender ainda no Basquete Masculino, no Handebol feminino, no Taekwondo (escrevi certo?), provas de revezamento no Atletismo asculino, maratona masculina (uai, por que não?) …

É isso… tem alguma opinião formada sobre o assunto?

Me cobre esses pitacos no final dos jogos.

Amanhã já tem jogo de futebol feminino e o Brasil de Marta estreia contra Camarões. Direto do meu sofá, não vou perder….

Nos falamos…

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